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	<title>Antonio Borba</title>
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	<description>A Man Of Business</description>
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		<title>Comportamento de Risco na Internet é o Mesmo que Transar sem Camisinha</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 17:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e seus Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[carolina dieckmann]]></category>
		<category><![CDATA[hackers]]></category>
		<category><![CDATA[segurança na internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O título do post é longo, mas é isso mesmo que eu quero dizer. A história da Carolina Dieckmann mobilizou a imprensa e a opinião pública. Muitos dizem que seria excelente se os corruptos, pedófilos e outros bandidos fossem punidos com a eficiência destinada aos pseudo-hackers que divulgaram as fotos da atriz (e, na opinião [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/comportamento-de-risco-na-internet-e-o-mesmo-que-transar-sem-camisinha/"><img class="alignright size-full wp-image-1485" style="margin-left: 7px;" title="Carolina Dieckmann ensina como não usar a internet - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/05/carolina-dieckmann-privacidade-na-internet-antonioborba.jpg" alt="Carolina Dieckmann ensina como não usar a internet - AntonioBorba.com" width="250" height="176" /></a>O título do post é longo, mas é isso mesmo que eu quero dizer. A <a href="http://www.magicwebdesign.com.br/blog/carolina-dieckmann-e-a-seguranca-na-internet/" target="_blank">história da <strong>Carolina Dieckmann</strong></a> mobilizou a imprensa e a opinião pública. Muitos dizem que seria excelente se os corruptos, pedófilos e outros bandidos fossem <strong>punidos com a eficiência destinada aos <em>pseudo-hackers</em></strong> que divulgaram as fotos da atriz (e, na opinião de muitos, fizeram um bem à humanidade).</p>
<p>Inicialmente, para quem não se recorda, a atriz divulgou ampla e abertamente <strong>sua suspeita em torno da empresa de assistência técnica</strong> na qual levou seu notebook para conserto. Agora, o papo já é outro &#8211; descobriu-se que ela clicou em um e-mail de <em><strong>phishing</strong></em> (&#8220;isca&#8221;), enviado como se fosse do seu provedor, pedindo seus <strong>dados pessoais</strong> em troca de proporcionar mais &#8220;<strong>segurança</strong>&#8221; para ela.</p>
<p>Oras, se o e-mail realmente veio do seu provedor, por que raios eles precisariam dos dados?<span id="more-1475"></span></p>
<h3>Usuários se colocam em risco diariamente</h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1487" style="margin-right: 10px;" title="Comportamento de Risco na Internet - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/05/comportamento-de-risco-internet-antonioborba.jpg" alt="Comportamento de Risco na Internet - AntonioBorba.com" width="250" height="176" />Há pessoas que agem na Internet da mesma forma que um <strong>motorista alcoolizado</strong> age no trânsito ou uma <strong>pessoa inconsequente</strong> pratica <strong>sexo sem proteção</strong>. Sempre acham que &#8220;<em><strong>as coisas ruins acontecem como os outros</strong></em>&#8220;.</p>
<p><span style="color: #000000;"><em><strong>O computador da Carolina não foi invadido por um poderoso hacker com conhecimentos galácticos sobre computadores</strong></em></span>. Isso é coisa de filmes.</p>
<p>Obviamente, <strong>Carolina Dieckmann</strong> causou seu próprio infortúnio. Ela cometeu um <strong>erro básico, amador</strong> mesmo para uma pessoa leiga. <span style="color: #000000;"><strong><a href="http://www.magicwebdesign.com.br/blog/policia-identifica-suspeitos-de-terem-roubado-as-fotos-da-atriz-carolina-dieckmann/" target="_blank">Clicou em um e-mail e preencheu seus dados pessoais</a></strong></span> sem sequer comprovar a origem da mensagem.</p>
<p>Até aí tudo bem. Mas eu não vi um <strong>pedido público de desculpas</strong> para a <strong>tremenda besteira</strong> que ela fez, causando a mobilização da imprensa, da polícia, direcionando <strong>acusações infundadas</strong> à empresa de assistência técnica. Para mim, isso é um tremendo descrédito e um desserviço à sua imagem pública, embora ninguém pareça ligar para isso.</p>
<h4>Não faça como a Carolina Dieckmann</h4>
<p>Como lição a ser aprendida com todo esse episódio, vou dar umas <strong>dicas básicas</strong> que <strong>todos os usuários deveriam seguir</strong>:</p>
<ol>
<li><strong>Não clique em e-mails</strong> &#8211; em vez disso, digite a URL no seu navegador</li>
<li>Use <strong>HDs externos</strong> para informações sensíveis e backup</li>
<li>Utilize <strong>senhas e criptografias</strong> em seus HDs &#8211; <a href="http://www.magicwebdesign.com.br/blog/seguranca-de-dados-e-privacidade-na-internet/" target="_blank">assista ao vídeo com a reportagem</a></li>
<li><strong>Não conecte em redes públicas</strong> &#8211; mesmo durante viagens, em hotéis e aeroportos, use um modem 3G</li>
<li>Não deixe c<strong>omputadores públicos</strong> (como de lan houses) <strong>logados</strong> em sites, emails e redes de relacionamento &#8211; se possível, evite completamente o uso de computadores públicos.</li>
</ol>
<p>Com um pouquinho de <strong>bom senso e cuidado</strong>, a Internet pode ser ótima. Mas, para <strong>pessoas desavisadas</strong>, que não buscam a informação, ela pode ser um caos.</p>
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		<title>WikiMaki Ensina Como Perder Clientes</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[comida japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>

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		<description><![CDATA[WikiMaki é um restaurante japonês de Curitiba formatado como uma franquia. O péssimo atendimento que recebi nesse estabelecimento no dia 10/05/12 voltou a reforçar meu velho preconceito contra o atendimento nos restaurantes de Curitiba. Como &#8220;regra geral&#8221;, eu acredito que somos muito mal atendidos na pretensa cidade modelo e, pior, aceitamos isso passivamente . Quando viajo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.antonioborba.com/wikimaki-ensina-a-receita-como-perder-clientes/"><img class="alignleft size-full wp-image-1459" style="margin-right: 10px;" title="O Polêmico e Imutável SanduWiki - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/05/wikimaki-sanduwiki-antonioborba_com.jpg" alt="O Polêmico e Imutável SanduWiki - AntonioBorba.com" width="250" height="176" /></a>WikiMaki</strong> é um <strong>restaurante japonês </strong>de Curitiba formatado como uma franquia. O <strong>péssimo atendimento</strong> que recebi nesse estabelecimento no dia 10/05/12 voltou a reforçar meu <strong>velho preconceito</strong> contra o <strong>atendimento nos restaurantes de Curitiba</strong>. Como &#8220;regra geral&#8221;, eu acredito que somos muito mal atendidos na pretensa cidade modelo e, pior, aceitamos isso <strong>passivamente</strong> . Quando viajo a <strong>São Paulo</strong>, a regra se inverte &#8211; geralmente sou muito bem atendido em qualquer espelunca e, com raras exceções, recebo um atendimento ruim.</p>
<p>Mais curioso é pensar que, no site do restaurante, há as seguintes frases: &#8220;<em>Aqui,<strong> ninguém precisa seguir formalidades</strong>, é só sentar e esperar a <strong> comida ser servida do jeito que você gosta</strong></em>&#8221; e &#8220;<strong>&#8230;</strong><em><strong>nosso atendimento é de primeira, </strong>para que você, além de saudável e satisfeito,<strong> saia daqui feliz</strong></em>&#8220;.</p>
<p><strong>Mentira</strong>, não foi isso que comprovei. <strong>Puro marketing</strong>. Para entender os erros e acertos de um estabelecimento, busquei neste post trazer as duas experiências que tive no restaurante, as quais descrevo abaixo.<br />
<span id="more-1448"></span></p>
<h4>Lição nº 1: Como fidelizar um cliente ao longo do tempo</h4>
<p>Essa é parte mais difícil, mas o WikiMaki havia alcançado. A franquia de <strong>comida japonesa</strong> não serve <strong>peixe branco</strong> (pois é), restando as opções <strong>atum</strong> e <strong>salmão</strong>. Quando conheci a casa, fiquei com vontade de experimentar o tal <strong>SanduWiki</strong>, que é um sanduíche de arroz, salmão, cream cheese e alface. Como não gosto de salmão, pedi que o meu fosse<strong> preparado com atum</strong>, e deu certo. Fiquei fã desse prato, o qual comi algumas vezes.</p>
<p>Eis que, no dia em questão, eu, como cliente, realizei várias ações para comer no <strong>WikiMaki</strong>, vejamos:</p>
<ul>
<li>Saí de casa para ir especificamente a esse restaurante.</li>
<li>O estacionamento estava lotado e não havia vagas na rua. Resolvi estacionar na <a href="http://www.magicwebdesign.com.br" target="_blank">Magic Web Design</a> e ir a pé ao restaurante (não é todo cliente que faria isso).</li>
<li>Havia espera, do lado de fora do restaurante, ao relento. Em vez de ir embora e procurar outro lugar, tolerei aguardar por uma mesa.</li>
</ul>
<p>Citei essas três situações, porque são características de um cliente fidelizado: <strong>prestigiar o local</strong> e <strong>fazer concessões</strong> para isso.</p>
<h4>Lição nº 2: como perder um cliente em alguns minutos</h4>
<p>Sentei à mesa. Pedi o de sempre &#8211; um <strong>SanduWiki de atum</strong>. Para minha surpresa, vejam o diálogo &#8220;surreal&#8221; que se formou:</p>
<p><strong>Garçom</strong>: Não fazemos, senhor. É apenas de salmão.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Eu</strong></span>: Vocês fazem sim, eu sempre peço.</p>
<p><strong>Garçom</strong>: Não senhor, não fazemos.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Eu</strong></span>: Eu comi esse sanduíche esses dias no almoço.</p>
<p><strong>Garçom</strong>: Quando senhor? Só se foi há <em><strong>1 ou 2 anos atrás</strong></em>.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Eu</strong></span>: Não, eu comi um SanduWiki de atum há <strong>2 semanas</strong>, no almoço.</p>
<p><strong>Garçom</strong>: Ah, só se foi no almoço então, porque à noite, devido ao movimento, a ordem é  &#8220;<strong>não personalizar pedidos</strong>&#8220;.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>PAUSA:</strong></span> a ficha caiu. Em uma <strong>brilhante estratégia de marketing</strong>, algum gênio havia<strong> ignorado completamente o beabá do bom atendimento</strong> e decidiu que, a partir de então, <strong>não personalizariam mais pedidos</strong>. Lembro-me muito bem das <strong>lições básicas de atendimento a clientes</strong>, as quais recomendam, entre elas, <strong>tratar o cliente de forma especial</strong>. Isso inclui <strong>pequenas adaptações para atender ao gosto de cada um</strong> e é observado desde <strong>hotéis</strong> (vai do &#8220;travesseiro especial&#8221; ao &#8220;late checkout&#8221;) até <strong>bares e restaurantes</strong> (tirar ou acrescentar algum ingrediente, por exemplo).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1451" title="WikiMaki e a Política de Personalização de Pedidos - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/05/wikimaki-e-a-politica-de-pedidos-antonioborba.jpg" alt="WikiMaki e a Política de Personalização de Pedidos - AntonioBorba.com" width="400" height="221" /></p>
<p>Para falar a verdade, o <strong>Burger King</strong> e o <strong>McDonald&#8217;s</strong> personalizam pedidos.<strong> A Pizza Hut</strong> e a <strong>Domino&#8217;s</strong> personalizam pedidos. O <strong>SubWay</strong> personaliza. Percebam que estou citando qualquer <strong>fast food</strong> &#8211; comida mais padronizada, impossível. Na verdade em um <strong>restaurante</strong>, o <strong>índice de personalização é ainda maior</strong>. Mas não no <strong>WikiMaki &#8211; JAMAIS </strong>- personalizar pedidos durante o jantar é visto como um <strong>crime inafiançável</strong>.</p>
<p>A discussão que seguiu foi ainda mais surreal:</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Eu</strong></span>: Amigo, além de ter comido no almoço há 2 semanas, eu jantei aqui há cerca de 2 meses e também comi esse prato.</p>
<p><strong>Garçom</strong>: Só se foi &#8220;<strong>a nível de exceção</strong>&#8220;, pois à noite não personalizamos pedidos.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Eu</strong></span>: Ok, então, <strong>na forma de uma exceção</strong>, é possível preparar o <strong>SanduWiki com atum</strong>?</p>
<p><strong>Garçom</strong>: Não é possível, senhor.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Eu</strong></span>: Amigo, me diga uma coisa. Eu não estou pedindo um molho elaborado, nada &#8220;difícil&#8221; de fazer. Eu quero apenas que, entre as fatias de pão, de forma muito simples, você <strong>tire o salmão e coloque o atum</strong>. Só isso.</p>
<p><strong>Garçom</strong>: Mesmo assim, não vai ser possível, senhor.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Eu</strong></span>: Então eu vou para outro restaurante, no qual eu possa comer do jeito que eu gosto.</p>
<p><strong>Garçom</strong>: Ok, senhor.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>PASMEM</strong></span>: foi isso mesmo &#8211; eu não pedi para assar uma costela durante 12 horas. Eu pedi para <strong>tirar o salmão, por o atum</strong> &#8211; em um prato que o restaurante já havia preparado para mim em outras ocasiões &#8211; e o <strong>garçom preferiu perder o cliente</strong>, deixá-lo sair porta afora, do que atender a um pedido. E pior, <strong>preparou seus melhores argumentos</strong> para tentar provar que <strong>eu estava errado</strong> e que eu <strong>não havia comido</strong> o sanduíche de atum &#8211; me chamando, indiretamente, de <strong>mentiroso</strong>.</p>
<h4>Lições aprendidas</h4>
<p>Como empresário, eu entendo que conseguir <strong>mão de obra qualificada</strong> é difícil, e o garçom não é uma exceção. Entretanto, <strong>ordens superiores estúpidas</strong> são difíceis de compreender. O garçom, no caso, é um <strong>mero peão a serviço da burocracia</strong>. Ele se negou a sequer consultar a cozinha, sob alegação de <strong>cumprir ordens</strong>. Vide &#8220;<a href="http://www.antonioborba.com/tag/incompetencia/">Princípios da Incompetência</a>&#8220;.</p>
<p>Há uma constatação muito conhecida e pouco praticada por muitos empresários: <span style="color: #000000;"><strong>empresas investem muito dinheiro na prospecção</strong></span>, quando <span style="color: #000000;"><em><strong>o mais barato é investir na retenção dos clientes</strong></em></span>.</p>
<p>É difícil conquistar e fidelizar um cliente, porém muito fácil perder um. Ter todo o trabalho que eu tive, sentar em uma mesa e não conseguir comer, vendo o <strong>descaso do atendente</strong>, é uma cena lamentável. Obviamente, depois de uma <strong>situação constrangedora</strong> como essa, jamais voltarei a esse <strong>infame restaurante</strong> e tampouco recomendarei para qualquer pessoa.</p>
<p>Enfim, essa situação só confirma a regra que tenho observado em nossa <strong>cidade que receberá jogos da Copa</strong>: nosso <strong>atendimento</strong> ainda é muito <span style="color: #000000;"><strong>tupiniquim</strong></span>.</p>
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		<title>O Facebook Virou Orkut, Afinal?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 18:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Muito tem se falado recentemente que o Facebook está virando Orkut. Na expressão popular, estariam &#8220;orkutizando&#8221; o Facebook ou algo parecido com isso. O quanto há de verdade nessa expressão? Antes de discutir o assunto, temos que compreender o que representava, há bem pouco tempo, o Orkut e o Facebook. Orkut no seu auge [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/o-facebook-virou-orkut-afinal/"><img class="alignright size-full wp-image-1436" title="O Facebook Virou Orkut, Afinal? - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/04/facebook-orkut-antonioborba-2.jpg" alt="O Facebook Virou Orkut, Afinal? - AntonioBorba.com" width="200" height="150" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito tem se falado recentemente que o <strong>Facebook está virando Orkut</strong>. Na expressão popular, estariam &#8220;<strong>orkutizando</strong>&#8221; o Facebook ou algo parecido com isso.</p>
<p>O quanto há de <strong>verdade</strong> nessa expressão?</p>
<p>Antes de discutir o assunto, temos que <strong>compreender o que representava</strong>, há bem pouco tempo, o <strong>Orkut</strong> e o <strong>Facebook</strong>.</p>
<h3>Orkut no seu auge</h3>
<p>O Orkut foi a primeira <strong>rede social de relacionamentos</strong> que realmente explodiu, principalmente (como quase todas as seguintes) no <strong>Brasil</strong>. Virou moda, todos estavam conectados, porém algumas questões como <strong>privacidade</strong> não estavam muito bem consolidadas na época.<span id="more-1427"></span></p>
<p>Portanto, sob a premissa de uma rede social facílima de usar, <strong>o Orkut expunha</strong> um bocado a privacidade das pessoas e despejava <strong>erros</strong>, <strong>bugs </strong>e <strong>downtimes</strong> na vida do usuário.</p>
<p><strong>Sem chat</strong>, o Orkut trazia a exposição de fotos e o relacionamento entre as pessoas de forma assíncrona como pontos focais. As <strong>comunidades</strong> eram espécies de &#8220;badges&#8221; que definiam os gostos das pessoas, mas poucos interagiam de verdade com elas. A conversa &#8220;one on one&#8221; ainda era feita <strong>fora da rede social</strong>, principalmente no <strong>MSN</strong>.</p>
<p>O problema do Orkut é que, como tudo que se populariza, as classes A e B querem distância.<strong> Excesso de correntes, bobeiras, SPAM</strong> e<strong> informações inúteis</strong> deflagraram o descrédito da rede &#8211; por culpa somente de seus usuários. Dessa forma, o público &#8220;teoricamente&#8221; mais esclarecido e de melhor poder aquisitivo ansiava por algo novo e mais <strong>exclusivo</strong>.</p>
<h3>O Facebook como era</h3>
<p>Há poucos anos, quando começou a estourar no Brasil, o Facebook trazia a promessa de uma <strong>rede exclusiva, mais sofisticada</strong>, com <strong>controle rigoroso de permissões</strong>, voltada para as <strong>classes A e B</strong>. E de fato era. Houve uma <strong>polarização</strong> muito grande das classes sociais, o que permitiu associar <strong>alta renda com Facebook</strong> e baixa renda com Orkut &#8211; tudo isso de forma muito genérica.</p>
<p>Até meados de 2011, eu diria, o Facebook era uma rede social muito interessante e, tecnicamente, é até hoje, superior a todas. Altamente <strong>viciante</strong>, <strong>sem bugs</strong>, <strong>sofisticada</strong> e com alto nível de <strong>personalização</strong>, a rede uniu <strong>a comunicação síncrona do chat</strong> em um ambiente feito para as pessoas <strong>perderem tempo</strong>, para desespero da produtividade nas empresas e alegria dos acionistas da rede social.</p>
<h4>Problema 1 &#8211; a &#8220;orkutização&#8221;</h4>
<p>O problema é que, em virtude de seu sucesso e da &#8220;<strong>moda de manada</strong>&#8221; que impera no Brasil, o Facebook se <strong>popularizou</strong> &#8211; e, com isso, passou a proliferar as informações inúteis, como, por exemplo:</p>
<ul>
<li><strong>Correntes</strong> idiotas ou doutrinatórias (ex.: de caráter religioso)</li>
<li><strong>Piadas</strong> repetidas à exaustão, em diferentes formatos</li>
<li>Vídeos e fotos <strong>virais</strong> e pseudo virais</li>
<li>Dentre outras.</li>
</ul>
<p><strong>O que queremos do Facebook, afinal?</strong> Eu, pessoalmente, quero saber das <strong>notícias</strong> dos meus amigos, quero ver <strong>fotos</strong>, quero até mesmo saber um pouco sobre os <strong>negócios</strong> deles, interagir, fazer <strong>networking</strong>. Gostaria de ver <strong>menos piadas e menos informações bobas</strong>. Elas até descontraem, mas quando você tem centenas de amigos, fatalmente dezenas deles vão compartilhar a <strong>mesma informação </strong>e você vai cansar.</p>
<h4>Problema 2 &#8211; os usuários?</h4>
<p><strong>A culpa é de quem?</strong> Minha? Sua? Dos &#8220;nossos tempos&#8221; plugados em <strong>220V</strong> com <strong>excesso de informações</strong>, em que ninguém consegue ler a página de um livro sem perder a paciência?</p>
<p>Oras, as pessoas de forma geral <strong>gostam de coisas inúteis</strong> &#8211; ao entrar na rede social querem <strong>fugir</strong> do <strong>trabalho</strong>, dos <strong>estudos</strong> e das <strong>responsabilidades</strong> &#8211; e creio que esse é o principal problema. Eu comprovo isso diariamente através dos diferentes artigos que  publico no blog e compartilho em minha Timeline:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.antonioborba.com/clifford-d-simak-city/">Clifford D. Simak CITY – Ficção e Reflexão</a> - post inteligente, profundo, longo &#8211; <span style="color: #800000;"><strong>baixa repercussão</strong></span></li>
<li><a href="http://www.antonioborba.com/manual-pratico-da-vida/">Manual Prático da VIDA</a> - post inteligentíssimo &#8211; reflexões importantes &#8211; <strong><span style="color: #800000;">baixa repercussão</span></strong></li>
<li><a href="http://www.antonioborba.com/em-busca-do-melhor-quindim-do-mundo/">Em Busca do Melhor Quindim do Mundo</a> - amenidade &#8211; <strong><span style="color: #000080;">alta repercussão</span></strong></li>
<li><a href="http://www.antonioborba.com/roger-waters-the-wall-2012-e-a-lamentavel-educacao-das-pessoas/">Roger Waters The Wall 2012 e a Lamentável Educação das Pessoas</a> - esse post tem um misto de entretenimento com crítica à sociedade &#8211; teve <strong><span style="color: #000080;">alta repercussão</span></strong></li>
<li><a title="Permanent Link to Receita de tortilla de frango light hiperproteica" href="http://www.cozinhavapza.com.br/receita-de-tortilla-de-frango-light-hiperproteica/" rel="bookmark" target="_blank">Receita de tortilla de frango light hiperproteica</a> - post que escrevi para o blog da Vapza &#8211; simplesmente uma receita &#8211; <strong><span style="color: #008000;">ALTÍSSIMA repercussão</span></strong></li>
</ul>
<p>Enfim, diante de tudo isso, temos que refletir. Eu até entendo que as <strong>pessoas não tenham muito tempo</strong> para &#8220;coisas cabeça&#8221;, reflexões e dilemas &#8211; muitas vezes eu também prefiro o caminho mais prático.</p>
<p>Então, de forma geral, posso concluir que vou escrever <em><strong>receitas e dicas gastronômicas se eu quiser ibope</strong></em>. Mas, se eu não me importar em conquistar uma faixa seleta de público, vou escrever sobre assuntos mais profundos.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Oras, então, não é o Facebook que está &#8220;orkutizado&#8221; &#8211; SOMOS NÓS!</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Clifford D. Simak CITY &#8211; Ficção e Reflexão</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 00:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur C Clarke]]></category>
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		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Ray Bradbury]]></category>
		<category><![CDATA[Simak]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre os grandes nomes da ficção científica em seu auge, quando os livros eram apenas de papel, figuram Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Philip K. Dick, Ray Bradbury e outros escritores cujas obras até hoje são transformadas em filmes ou servem de inspiração para histórias que conhecemos através do cinema. Clifford D. Simak foi um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/clifford-d-simak-city/"><img class="alignleft size-full wp-image-1405" style="margin-right: 10px;" title="Clifford D. Simak City - Ficção e Reflexão - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/04/clifford-d-simak-city-antonioborba_com.jpg" alt="Clifford D. Simak City - Ficção e Reflexão - AntonioBorba.com" width="149" height="225" /></a>Dentre os grandes nomes da <strong>ficção científica</strong> em seu auge, quando os livros eram apenas de papel, figuram <strong>Isaac Asimov</strong>, <strong>Arthur C. Clarke</strong>, <strong>Philip K. Dick</strong>, <strong>Ray Bradbury</strong> e outros escritores cujas obras até hoje são transformadas em filmes ou servem de inspiração para histórias que conhecemos através do cinema.</p>
<p><strong>Clifford D. Simak</strong> foi um dos grandes nomes a figurar na seleta lista de autores, e uma de suas obras-primas, <strong>City</strong>, conta uma história revolucionária e instigante até os dias de hoje. Publicado em <strong>1952</strong>, é supreendente perceber como esse brilhante autor conseguiu misturar <strong>ficção</strong>, <strong>filosofia</strong>, <strong>espiritualidade</strong>, <strong>sentimentos humanos</strong>, <strong>robôs</strong> e <strong>animais</strong> em uma peça singular.</p>
<p>Histórias complexas como essa não serão contadas em um filme, embora <strong>muitas ideias originais tenham sido copiadas nas películas que vemos hoje</strong>. Para as novas gerações, a ficção científica ficou no passado assim como os filmes clássicos e quase tudo aquilo que exije <strong>atenção monotarefa</strong> para ser compreendido. Porém, algumas ideias ainda são <strong>surpreendentes e inovadoras </strong>sob o prisma atual.</p>
<p>Este post se propõe a resumir e debater os pontos-chave dessa fascinante narrativa, mostrando a <span style="color: #000000;"><strong>ficção</strong></span> e gerando uma <span style="color: #000000;"><strong>reflexão</strong></span> que estabelece paralelos com nossa vida real.</p>
<p><em><strong>Spoiler alert:</strong></em> <strong>boa parte da história é relatada abaixo</strong>.<span id="more-1388"></span></p>
<h3>A queda das cidades e da sociedade como conhecemos</h3>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Ficção</strong></span><br />
Os anos se passaram, o avião e o helicóptero substituíram o carro, as estradas desapareceram, as plantações não eram mais necessárias devido à <strong>hidroponia</strong>. Com <strong>espaço sobrando no mundo</strong> e uma independência nunca antes vivida, <em><strong>o</strong><strong> homem abandonou as cidades</strong></em>, estando livre para escolher como queria viver. Alguns compraram lotes baratos no interior, facilmente construindo uma casa e modificando-a para abrigar novas necessidades, alguns foram morar em <strong>outros mundos</strong>, estabelecendo contato com civilizações alienígenas. Poucos homens ainda continuavam em suas antigas residências, mantendo a <strong>tradição familiar</strong> viva. Com a ausência de grandes centros a serem disputados, <strong>as guerras acabaram</strong>.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Reflexão</strong></span><br />
Clifford estabelece uma realidade que nos faz parar e pensar. As guerras existem, principalmente, por <strong>disputas de territórios</strong>. A descentralização completa da humanidade acabaria com elas? É mesmo possível que, não havendo a necessidade de se <strong>agrupar em grandes centros</strong>, com espaço sobrando e transporte rápido e barato, o homem prefira se <strong>dispersar</strong>? Ideias questionáveis e muito interessantes. O livro estabelece, claramente, a queda das cidades e a mudança do sentimento de uma civilização que, assim como em sua primitividade, tornou-se novamente exploradora e desbravadora.</p>
<h3>O homem deixou de ser a espécie dominante</h3>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Ficção</strong></span><br />
O homem <strong>alterou os cachorros geneticamente</strong> através de <strong>cirurgias</strong> que os permitiram <strong>ler e falar</strong> como os humanos. Dessa forma, os cães puderam <strong>adquirir conhecimentos e evoluir sua inteligência</strong>, incorporando as mudanças nas novas gerações. Os robôs construídos pelo homem ajudavam os cães em diversas tarefas, limitadas pela estrutura corporal desses animais, compensando a ausência de mãos. O tipo de inteligência e raciocínio dos caninos os levava a <strong>pensar de forma diferente</strong> do homem, abrindo caminho para uma nova evolução. Além disso, através de outra modificação genética, as <strong>formigas passaram a ser a espécie dominante na Terra</strong>, que passou se se achamar &#8220;<strong>Ants World</strong>&#8221; &#8211; o mundo das formigas. Cooptando os robôs através de um pequeno &#8220;vírus mecânico&#8221;, as formigas cresceram sua gigantesca colônia a ponto de ocuparem o espaço físico da Terra.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Reflexão</strong></span><br />
Esse conceito é muito interessante mesmo, uma vez que Clifford estabelece paralelos na forma como o homem pensa e <strong>como um cão supostamente pensaria</strong> na mesma situação (mais sobre isso no próximo subtópico). A riqueza de detalhes é grande, o cão inclusive fala de forma diferente. Possui uma objetividade muito grande, mas ao mesmo tempo é capaz de desbravar novas fronteiras. Com <strong>inocência, desprendimento e generosidade</strong>, os cães chegaram onde o homem nunca chegou antes, levando-nos a pensar como o mundo seria caso outra espécie houvesse desenvolvido a inteligência. Mesmo as <strong>formigas</strong> representam outro caso muito interessante: sua forma agressiva de <strong>crescimento em</strong> <strong>colônias</strong>, aliada ao desenvolvimento de inteligência, as fizeram uma <strong>raça insuperável e dominante</strong>, ao ponto de inventarem um <strong>nanorrobô</strong> capaz de, literalmente, entrar no cérebro dos robôs construídos pelo homem e convertê-los em seus escravos. São conceitos muito avançados para uma era na qual onde <strong>o computador pessoal e os vírus sequer existiam</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1407 aligncenter" title="Clifford D. Simak City - O Robô Jenkins - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/04/clifford-d-simak-city-jenkins-antonioborba_com.jpg" alt="Clifford D. Simak City - O Robô Jenkins - AntonioBorba.com" width="300" height="295" /></p>
<p style="text-align: center;">O robô <strong>Jenkins</strong> é melhor exemplo de lealdade à raça humana. Em uma terra deserta, ele é o último de sua espécie e passa seus dias em uma <strong>solidão contemplativa</strong>. Dentre as últimas tarefas delegadas por seus amos, estava a de auxiliar a nova <strong>raça de cães</strong> em seus primeiros passos rumo à evolução. Essa brilhante ilustração é fruto do trabalho do ilustrador nova-iorquino <a href="http://www.davidcnelson.com" target="_blank">David C Nelson</a>.</p>
<h3>Os cães e as outras dimensões</h3>
<p><span style="color: #000080;"><strong><img class="alignright size-full wp-image-1410" style="margin-left: 7px;" title="Clifford D. Simak City - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/04/clifford-d-simak-city-2-antonioborba_com1.jpg" alt="Clifford D. Simak City - AntonioBorba.com" width="160" height="240" />Ficção</strong></span><br />
Até hoje a ciência discute e admite a existência de <strong>outras dimensões</strong>. Os seres humanos, em sua religiosidade, acreditam em <strong>espíritos</strong>. Os cães foram criados geneticamente, sem o conceito de uma religião. Assim, com seu pensamento lógico desconhecendo a <strong>fronteira entre ciência e espiritualidade</strong>, eles conseguiram compreender e acessar outras dimensões. O que o homem chama de fantasmas ou espíritos, para os cães são <strong>habitantes de outros planos</strong> que eles aprenderam a acessar. Dessa forma, enquanto o homem construía foguetes para explorar fisicamente outros mundos, os cães tinham a opção de simplesmente se transportar para <strong>dimensões paralelas</strong> e povoá-las. Aliás, com o passar dos anos, os <strong>cães perderam contato com a bagagem de ciência do ser humano</strong>, o que faz sentido uma vez sua raça havia nascido em um mundo tecnológico. Em verdade, os cães sequer tinham conhecimento a respeito das viagens interestelares e outras <strong>tecnologias humanas</strong>.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Reflexão</strong></span><br />
O mais fantástico dessa discussão toda é a <strong>queda das barreiras entre ciência e espiritualidade</strong>. Realmente, é preciso uma mente livre de pré-conceitos para que o assunto possa ser visto sobre um novo prisma. No livro, a <strong>sensibilidade</strong> dos cães é a chave para isso. Várias vezes é citado o exemplo de cães que &#8220;<strong>latem no meio da noite, quando não há ninguém ao redor e não vemos rastro de nenhum animal</strong>&#8220;. O autor insinua que isso é uma <strong>espiritualidade canina</strong>, um dom que os cães possuem de ver outras coisas e que o ser humano não consegue. Portanto, uma <strong>mente livre de dogmas</strong> e dotada de tal espiritualidade conseguiu compreender e explorar o conceito de outros planos entre o céu e a Terra, algo que o homem, no fundo, acredita dentro de uma condição esotérica. Aposto que, <strong>quando o seu cachorro latir à  noite</strong>, você passará a olhá-lo de outra forma a partir de agora!</p>
<h3>A filosofia marciana</h3>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Ficção</strong></span><br />
Havia <strong>vida inteligente em Marte</strong>, uma raça que coexistia pacificamente com os humanos. Um grande filósofo marciano lançou as bases para uma <strong>nova filosofia</strong> que poderia fazer a humanidade <em><strong>avançar 100.000 anos em apenas duas gerações</strong></em>. Pressão social e <strong>necessidade de aprovação</strong> eram fatores que faziam o homem <strong>matar e morrer</strong> &#8211; seguir cultos, agrupar-se em facções e cometer atrocidades em massa. A filosofia marciana se disporia a resolver todos esses dilemas, propondo uma <strong>nova linha de pensamento para a raça humana</strong>. Entretanto, com a morte do filósofo, somente uma mente que não conhecia abismos ou lógica, uma mente aliviada de <strong>4.000 anos de pensamentos humanos</strong>, seria capaz de continuar e concluir o estudo. E assim surge a figura de um <strong>mutante</strong>, o mesmo ser inteligentíssimo que possibilitou o desenvolvimento da raça das formigas, que se interessou pelo estudo inacabado e se propôs a terminá-lo.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Reflexão</strong></span><br />
Talvez a parte mais profunda do livro é a proposição de uma <strong>nova base filosófica</strong> &#8211; um pensamento completamente diferente de <strong>tudo que o homem tem adotado</strong> desde a sua mais primitiva evolução. Talvez algumas pessoas pensem que isso é ir longe demais, porém é muito interessante refletir sobre o fato de que, dada a nossa <strong>bagagem cultural e social</strong>, é muito difícil (se não impossível) pensar de forma realmente independente em uma questão tão profunda. E o mero fato de questionarmos isso já é válido. Esse é mais um exemplo do quão brilhante eram as mentes dos autores de ficção científica como <strong>Clifford D. Simak</strong> &#8211; o que seria material para um livro todo e poderia gerar um amplo debate a respeito, nada mais é do que um <strong>apêndice</strong> em sua história. De fato, cada um desses tópicos já daria material suficiente para um <strong>filme completo</strong>, e <strong>City</strong> é um livro bastante curto.</p>
<h4>A exploração de Júpiter &#8211; inspiração para Avatar?</h4>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Ficção</strong></span><br />
<strong>Júpiter</strong> é um planeta com <strong>pressões atmosféricas</strong> tão intensas que o <strong>fundo do oceano mais profundo</strong> da Terra parece um <strong>vácuo</strong> em comparação. Nenhum ser vivo terrestre e nem mesmo o mais denso metal fabricado pelo homem poderiam existir em Júpiter. Entretanto, lá viviam os <strong>Lopers</strong>, complexos seres que não poderiam ser retirados para estudo pelo motivo oposto &#8211; não sobreviveriam fora da densa atmosfera. E assim os marcianos fizeram um longo e demorado trabalho de estudo no local, desenvolvendo uma forma para o homem explorar o planeta &#8211; no melhor estilo <strong>AVATAR</strong>, os seres humanos eram teletransportados para um corpo de <strong>Loper</strong> e saíam para explorar o planeta. <strong>O problema: eles não voltavam</strong>.<br />
Um intenso debate surgiu sobre <strong>o que estaria errado</strong> &#8211; algum <strong>defeito ou incompatibilidade</strong> na geração do corpo artificial? O homem estaria ficando <strong>insano</strong> ao assumir a nova forma? E assim, um dos personagens do livro resolve arriscar mais uma conversão. Segue sua vida em Júpiter, porém, <strong>misteriosamente retorna alguns anos depois</strong>, contando toda a experiência que passou (continua no próximo subtópico).</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Reflexão</strong></span><br />
Ler um livro de <strong>1952</strong> e ser deparado com uma narração como essa é surpreendente, para não dizer chocante. Quantas pessoas devem ter rotulado <strong>Clifford D. Simak</strong> como um maluco de primeira? Mas hoje, ante o sucesso de filmes como <strong>Avatar</strong>, seria essa ficção um pouco mais plausível? E, afinal, Avatar não seria assim tão original ao utilizar um conceito já explorado mais de meio século antes?<br />
Fato é que essa proposição engenhosa representa a parte mais empolgante de todo o livro &#8211; e dá margem a uma <strong>conclusão cuja mera possibilidade parece aterradora</strong> e nos faz pensar muito. Veja a seguir.</p>
<h4>A deserção para Júpiter e o fim da raça humana</h4>
<p><span style="color: #000080;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1414" style="margin-right: 10px;" title="Clifford D. Simak City - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/04/clifford-d-simak-city-4-antonioborba_com.jpg" alt="Clifford D. Simak City - AntonioBorba.com" width="174" height="289" />Ficção</strong></span><br />
Viver um um corpo de <strong>Loper</strong> mostrou-se <strong>libertador</strong> para a raça humana. Todos sabemos que não utilizamos nem mesmo <strong>10% do nosso cérebro</strong>, enquanto um <strong>Loper</strong> utilizaria <strong>toda a capacidade</strong>. Sendo assim, <strong>novos sentidos</strong> afloravam no novo  corpo assumido por um ser humano. Muito mais do que olfato ou visão, o sentidos representavam <strong>músicas e vibrações</strong> de todos os elementos daquele novo mundo de cores intensas e condições atmosféricas agressivas. <strong>Telepatia</strong> era o meio de comunicação entre a raça, e a possibilidade de usar na plenitude o poder cerebral gerava uma inteligência e <strong>capacidade de compreensão</strong> sem precedentes. Um <strong>poder enebriante</strong>, melhor do que qualquer droga e nunca antes vivido por nenhum homem. O mero pensamento de voltar à condição humana seria inaceitável. E por isso ninguém havia voltado para contar a história, até esse dia.<br />
<strong>Fowler</strong>, o personagem em questão, resolveu voltar à condição terrena alguns anos depois por uma questão de <strong>dever moral</strong>. E ele resolveu contar para a humanidade o que presenciou. Muito mais do que uma vida intensa, o que <strong>Fowler</strong> ofereceu à humandade foi o <strong>Paraíso em vida</strong>. Como consequência, nos anos que seguiram à revelação, com poucas exceções, <strong>a humanidade desertou em massa para Júpiter</strong>.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Reflexão</strong></span><br />
É bem verdade que não usamos nosso cérebro em sua plenitude &#8211; a ciência já demonstrou isso. Alguns seres humanos parecem possuir dons especiais, tais como a <strong>mediunidade</strong> &#8211; para aqueles em que acreditam. Um cérebro poderoso e <strong>100% funcional</strong> poderia trazer <strong>outros sentidos</strong> ao homem? Órgãos sensoriais mais evoluídos poderiam nos fazer <strong>enxergar mais cores e perceber outras sensações</strong>, tais como pressão, vibração, novos sons e outras que sequer poderíamos descrever?<br />
Porém, o mais chocante disso tudo é pensar que o ser humano <strong>aceitaria trocar sua condição de humanidade</strong> para viver como outra raça. Eu pessoalmente não acredito que, mesmo dada a condição descrita pelo livro, o ser humano seria capaz de <strong>rumar em massa para o desconhecido</strong>. Porém, esse choque está alinhado com a parcial descrença do autor em uma humanidade capaz de produzir a <strong>guerra</strong> e diversos outros sofrimentos.</p>
<h3>A filosofia marciana explicada</h3>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Ficção</strong></span><br />
Finalmente, a <strong>filosofia marciana</strong> é compreendida e explicada. Ela provê o indivíduo com a <em><strong>capacidade de perceber o ponto de vista do outro</strong></em>. Ela não vai necessariamente fazer a pessoa concordar com o ponto de vista, mas sim reconhecê-lo e entender <strong>como o outro se sente a respeito</strong>. Com a nova filosofia, o indivíduo precisa aceitar a <strong>validade do conhecimento e das opiniões de outro homem</strong>, incluindo o <strong>sentimento</strong> por trás delas. Enfim, o <strong>real significado</strong> por trás das palavras. A verdadeira compreensão dessa filosofia teria o poder de mudar a humanidade.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Reflexão</strong></span><br />
Enquanto no livro a assimilação da ideia pela raça humana ajudou a &#8220;destruir&#8221; a humanidade como a conhecemos, dispersando o ser humano e contribuindo ainda mais para o efeito &#8220;Júpiter&#8221;, na prática esse pensamento, de <strong>fortes raízes espíritas</strong>, pode ser a <em><strong>chave para um verdadeiro respeito entre os homens</strong></em>.<br />
O que importa não é o quão chocante essa mudança filosófica possa, eventualmente, parecer. Ela é apenas um exemplo. O mais interessante é considerar o fato de que poderíamos alterar nossas <strong>crenças pessoais</strong> e<strong> filosofias de milênios de história</strong> para um novo entendimento que poderia fazer a <strong>raça humana evoluir</strong> como nunca antes. <strong>Evolução conduzida pela espiritualidade</strong> ou pela &#8220;<strong>humanidade</strong>&#8221; e não pela tecnologia, como muitos apostariam.<br />
Bastante filosofia para ser analisada &#8211; não é algo que esperaríamos extrair de um <strong>livro de 200 páginas de ficção científica</strong>, escrito <strong>há mais de meio século</strong>.</p>
<h4>CONCLUSÃO FINAL</h4>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1412" style="margin-left: 7px;" title="Clifford D. Simak City - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/04/clifford-d-simak-city-3-antonioborba_com.jpg" alt="Clifford D. Simak City - AntonioBorba.com" width="160" height="236" />A primeira conclusão a que cheguei ao analisar todas essas histórias e ideias é que um <strong>escritor que viveu no século passado</strong> pode ter muito mais a acrescentar à humanidade, em um <strong>único livro</strong>, do que um <strong>diretor de cinema</strong> em <strong>muitos filmes</strong>.</p>
<p>A segunda conclusão é de que não podemos <strong>subestimar</strong> e tampouco <strong>negligenciar</strong> o passado, pois ele representa a base do que somos hoje, e ainda pode trazer muitas <strong>reflexões importantes</strong>. Afinal, <strong>onde</strong> encontrar esse tipo de pensamento capaz de abrir nossos horizontes, na literatura ou nas artes contemporâneas?</p>
<p>A conclusão final é que muito do que vivemos está baseado em nossas <strong>profundas crenças</strong>, costumes e forma de pensar. É impossível se libertar de todas as amarras, mas qualquer esforço nesse sentido é <strong>válido</strong>. Afinal, <strong>o homem não descobriu nem vai descobrir</strong> as <strong>respostas para todos os questionamentos</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Roger Waters The Wall 2012 e a Lamentável Educação das Pessoas</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 14:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil"]]></category>
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		<description><![CDATA[Como fã incondicional, eu assisti ao primeiro show do Roger Waters na nova turnê The Wall que ele está apresentando no Brasil. Foi em Porto Alegre, antes de a turnê seguir para Rio de Janeiro e São Paulo, onde Roger finalizará sua agenda no País. Eu acompanho a carreira do ex-vocalista do Pink Floyd desde a minha adolescência e também assisti ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/roger-waters-the-wall-2012-e-a-lamentavel-educacao-das-pessoas/"><img class="alignleft size-full wp-image-1365" style="margin-right: 10px;" title="Roger Waters The Wall Brasil 2012 - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/roger-waters-the-wall-brasil-antonioborba.jpg" alt="Roger Waters The Wall Brasil 2012 - AntonioBorba.com" width="250" height="176" /></a>Como fã incondicional, eu assisti ao primeiro show do <strong>Roger Waters</strong> na nova turnê <strong>The Wall</strong> que ele está apresentando no Brasil. Foi em <strong>Porto Alegre</strong>, antes de a turnê seguir para Rio de Janeiro e São Paulo, onde Roger finalizará sua agenda no País. Eu acompanho a carreira do ex-vocalista do <strong>Pink Floyd</strong> desde a minha adolescência e também assisti ao show <strong>In the Flesh</strong> em <strong>2002</strong> no <strong>Pacaembu</strong>, ou seja, 10 anos atrás. De fato, esse é um artista que não costuma dar show toda hora.</p>
<p>Há muitos anos, eu criei um <a href="http://www.magicwebdesign.com.br/waters/" target="_blank">site para traduzir e debater as letras de Roger Waters</a>. O site é dedicado à <strong>carreira solo</strong> do artista, entretanto, por pura falta de tempo, esse foi um projeto que infelizmente abandonei. Dentre os planos estaria revisar todas as traduções e interpretações sob novo enfoque (afinal, fiz isso há mais de 10 anos) e acrescentar os álbuns <strong>The Wall</strong> e <strong>The Final Cut</strong> que, apesar de serem do Pink Floyd, são claramente uma manifestação solo de Waters, que cada vez mais separava seu caminho da banda que capitaneava com <strong>David Gilmour</strong>.<span id="more-1352"></span></p>
<h4>A nova turnê The Wall</h4>
<p>A nova turnê <strong>The Wall </strong>foi reinventada. Quem conhece a obra-prima do Pink Floyd através de álbuns como <strong>The Wall Live in Berlin</strong>, gravada em <strong>1990</strong> quando o muro que separava as Alemanhas caiu, vai se surpreender com o novo show. Encontrará uma parede multimídia, com <strong>projetores de alta resolução</strong> completamente <strong>alinhados e sincronizados com cada tijolo</strong>, capazes de produzir efeitos especiais dignos de Hollywood.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1361" title="The Wall com Novos Efeitos - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/the-wall-2012-roger-waters-antonioborba.jpg" alt="The Wall com Novos Efeitos - AntonioBorba.com" width="600" height="193" /></p>
<p>A respeito das músicas, Waters seguiu à risca o set da obra. Não há neste show outras baladas do <strong>Pink Floyd</strong> nem da carreira solo do artista. Entretanto, não há nada que fale mais sobre esse gênio veterano do que a <strong>ópera rock</strong> que representou toda uma geração. <strong>The Wall</strong> fala dos conflitos que assolaram a vida de Waters desde a sua infância: <strong>pai morto</strong> na guerra, <strong>mãe superprotetora</strong>, <strong>escola repressora</strong>, passando por protestos contra o governo e seguindo até a <strong>carreira de megastar do rock</strong>, com direito a uma passagem tortuosa pelas drogas, separação da esposa, depressão e traumas que <strong>construíram a parede tijolo após tijolo</strong>. Uma vez entendidos e vivenciados, esses conflitos foram expostos ao mundo e <strong>derrubados com a parede</strong>, representando o início de uma nova vida.</p>
<p>Waters fez questão e foi bem sucedido na tarefa de compartilhar e <strong>estender seu drama pessoal ao mundo</strong>. Como afirmou durante o show, Waters achava que <strong>The Wall</strong> era sobre ele, mas depois descobriu que era <strong>sobre todos nós</strong>. É verdade. Cada pessoa pode achar pontos em comum com os conflitos apresentados na obra. Em sua cruzada contra o <strong>terrorismo de estado</strong> e a favor dos <strong>direitos humanos</strong>, Roger faz questão de lembrar a todos, permanentemente, sobre as pessoas desaparecidas em virtude de governos mundo afora &#8211; <strong>the fallen ones</strong>. Essas pessoas têm sua voz através da gigantesca parede em diversos momentos do show e também durante os 15 minutos de intervalo:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1357" title="The Fallen Ones - Roger Waters The Wall - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/the-fallen-ones-the-wall-roger-waters-antonioborba-21.jpg" alt="The Fallen Ones - Roger Waters The Wall - AntonioBorba.com" width="600" height="258" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1358" title="The Fallen Ones - Roger Waters The Wall - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/the-fallen-ones-the-wall-roger-waters-antonioborba.jpg" alt="The Fallen Ones - Roger Waters The Wall - AntonioBorba.com" width="600" height="132" /></p>
<p>Enfim, <strong>The Wall Brasil</strong> chegou como um<strong> show modernizado</strong>, antenado com a <strong>realidade do mundo</strong>. Quem esperava encontrar uma obra retrô ou com os pés no passado, surpreendeu-se. Novos vídeos produzidos em computação gráfica dão à parede de Waters <strong>efeitos tridimensionais</strong> e caracterizam <strong>críticas inteligentes à sociedade de consumo</strong>, como no belo exemplo em que as bombas da Segunda Guerra Mundial foram substituídas por <strong>símbolos do poder de Estado</strong> e até logomarcas das grandes corporações como <strong>McDonald&#8217;s, Mercedes e Shell</strong>, que são derrubadas impiedosamente sobre nossas cabeças:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1359" title="Logomarcas como Bombas - Roger Waters The Wall - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/logomarcas-grandes-corporacoes-the-wall-roger-waters-antonioborba.jpg" alt="Logomarcas como Bombas - Roger Waters The Wall - AntonioBorba.com" width="600" height="268" /></p>
<p>E assim as coisas se sucedem até o clímax, no qual a <strong>parede vem abaixo em um surpreendente novo efeito</strong>&#8230; confesso que eu esperava <strong>The Wall</strong> sendo derrubada vagorosamente como em Berlim, tijolo a tijolo. Certamente, eu não estava preparado e fui <strong>surpreendido positivamente pela violência explosiva</strong> do mais teatral e representativo dos atos do show:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1363" title="Tear Down The Wall - Roger Waters - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/tear-down-the-wall-roger-waters-antonioborba.jpg" alt="Tear Down The Wall - Roger Waters - AntonioBorba.com" width="600" height="153" /></p>
<p>Enfim:<strong> The Wall</strong> representa uma geração pós-guerra. <strong>The Wall</strong> representa uma juventude que ansiava por se libertar da opressão. É uma <strong>velha Europa posta à prova</strong>, mas também é o <strong>consumismo americano desafiado</strong>. É o <strong>imperialismo</strong> e o <strong>terrorismo de estado</strong> colocados em <strong>cheque</strong>, expostos de forma patética. Em suma, <strong>The Wall</strong> acaba representando a exposição do nosso <strong>íntimo</strong> e dos nossos<strong> medos mais profundos</strong>. Waters dá uma bela lição de vida ao se libertar das amarras que o prendiam e expor a <strong>vida que ocultava por trás da parede</strong>. Mais do que um show competente de rock, The Wall tem o poder de nos fazer <span style="color: #000000;"><strong>refletir sobre nossas vidas</strong></span>.</p>
<p><strong>Quer mais?</strong> Confira as <a href="http://www.flickr.com/photos/antonioborba/sets/72157629676216577/" target="_blank">fotos do The Wall em meu Flickr</a>.</p>
<h4>A lamentável educação das pessoas</h4>
<p>Agora, infelizmente, preciso falar sobre a postura e a educação das pessoas, fato observado não somente por mim, mas por qualquer um que gosta de apreciar um bom show. Por apreciar um bom show eu quero dizer, primeiramente, <strong>poder assistí-lo </strong>e <strong>curtir seus momentos</strong>, o que torna-se muito difícil com o <strong>mar de câmeras e celulares</strong> que inundam qualquer momento de nossas vidas. Se já é <strong>difícil enxergar o palco</strong> para quem não é lá muito alto, com braços levantados formando uma <strong>barreira de gadgets</strong>, torna-se uma frustração:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1371" title="Mar de Gadgets - Ótima Visão de um Show de Rock - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/mar-de-gadgets-roger-waters-the-wall-antonioborba.jpg" alt="Mar de Gadgets - Ótima Visão de um Show de Rock - AntonioBorba.com" width="600" height="157" /></p>
<p>Oras, longe de mim dar uma de puritano &#8211; afinal, <strong>eu também tirei fotos durante o show</strong> &#8211; <strong>sem flash</strong>, seguindo a recomendação da organização &#8211; mas foram <strong>fotos ocasionais</strong>, tiradas em momentos-chave que eu queria levar como lembrança. Bem diferente de <strong>pessoas sem noção</strong> que pareciam <strong>cinegrafistas oficiais da turnê </strong>- pessoas que <em><strong>pagaram R$ 500,00 no ingresso da Pista Prime para passar o show todo atrás de um iPhone filmando! </strong></em>Para essas pessoas, não assistir ao show não é suficiente, elas têm que ficar em posição desconfortável realizando uma porcaria de filmagem que depois não vai servir para nada. <em><strong>Comprem um DVD ou Blu-ray, pessoas!</strong></em></p>
<p>A situação chegou ao cúmulo do absurdo quando, em uma parte do show em que Waters canta por trás da parede (ou seja, <strong>sem nenhum espetáculo visual</strong>), eu não pude acreditar ao perceber uma menina <strong>filmando a música toda com um BlackBerry</strong>!!! Filmando exatamente o quê? Eu uso BlackBerry, sei <strong>a porcaria que é para filmar e fotografar</strong> e tenho perfeita noção de que <strong>esse vídeo não vai servir para nada!</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1372" title="Filmando Parede Vazia com um BlackBerry - Roger Waters The Wall - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/filmando-com-blackberry-the-wall-roger-waters-antonioborba.jpg" alt="Filmando Parede Vazia com um BlackBerry - Roger Waters The Wall - AntonioBorba.com" width="600" height="259" /></p>
<p>Enfim, eu sei que 90% das pessoas vão ao show de <strong>Roger Waters</strong> por causa do <strong>Pink Floyd</strong>. Elas não conhecem o <a href="http://www.magicwebdesign.com.br/waters/" target="_blank">magnífico trabalho solo de Waters</a>, o que eu até entendo, até mesmo Waters sabe disso e não é louco de fazer um show apenas com o seu trabalho intelectualizado. Há ainda uma <strong>boa parcela de pessoas que desconhece a letra e o significado</strong> que dá grandeza à sua obra. Isso sim é <strong>verdadeiramente lamentável</strong>, pois <strong>The Wall</strong> não tem as baladas mais agradáveis para &#8220;curtir um rock&#8221; &#8211; mas se torna verdadeiramente grande a partir da <strong>compreensão das letras e da história de vida</strong> que conta.</p>
<p>Com isso, claro, vemos nos shows uma juventude que está lá pela mera oportunidade de<strong> assistir a uma lenda viva do rock</strong>, não necessariamente para <strong>curtir o sentimento</strong> de um espetáculo. Para essas pessoas, presumo que um <span style="color: #000000;"><em><strong>souvenir digital para postar no Facebook</strong></em></span> seja mais importante do que a verdadeira experiência de curtir um show.</p>
<p>Por essas pessoas, só tenho a lamentar. <span style="color: #000000;"><strong>Suas vidas são dignas de um mural de Facebook: vazias, com conteúdo copiado</strong></span>.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">UPDATE:</span></strong> após eu escrever este artigo, no dia 05/04/12 o site <strong>UOL</strong> fez uma matéria interessante sobre o tema e entrevistou algumas pessoas. <a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/multi/2012/04/05/04028D9B346CD0B12326.jhtm?cameras-e-celulares-viram-praga-em-shows-publico-comenta-04028D9B346CD0B12326" target="_blank">Confira clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Correndo com o Newton MV2</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 16:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Magic Run]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu sou fã incondicional dos tênis de corrida da Newton Running, o que me levou a escrever um post sobre suas cores e funcionalidades (confira). De fato as cores berrantes estilo &#8220;ame ou odeie&#8221; me incomodam ligeiramente. Até escrevi no Facebook da Newton comentando a respeito, mas eles levam esse negócio do design duvidoso ao limite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/correndo-com-o-newton-mv2/"><img class="alignright size-full wp-image-1340" style="margin-left: 7px;" title="Correndo com o Newton MV2 - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/correndo-com-o-newton-mv2-antonioborba.jpg" alt="Correndo com o Newton MV2 - AntonioBorba.com" width="250" height="176" /></a>Eu sou fã incondicional dos tênis de corrida da <strong>Newton Running</strong>, o que me levou a escrever um <a href="http://www.antonioborba.com/por-que-meus-tenis-newton-sao-coloridos/">post sobre suas cores e funcionalidades (confira)</a>. De fato as <strong>cores berrantes</strong> estilo &#8220;ame ou odeie&#8221; me incomodam ligeiramente. Até escrevi no Facebook da Newton comentando a respeito, mas eles levam esse negócio do design duvidoso ao limite do <strong>evangelismo</strong>, e meu <em>input</em> não foi bem recebido!</p>
<p>Recentemente, a Newton lançou o <span style="color: #000000;"><strong>MV2</strong></span> &#8211; um tênis completamente <strong>plano</strong> (&#8220;zero pitch&#8221;), com apenas <strong>165 gramas</strong> e voltado para a <strong>velocidade</strong>. O <strong>MV2</strong> é um tênis que, segundo a Newton, deve durar entre 150 a 250 milhas (ou seja, uma média de <strong>300Km</strong>), sendo recomendado para provas com distâncias entre <strong>5 a 21K</strong>. Como se pode ver, não é um tênis de alta duração ou proteção contra impactos para aguentar os treinos diários. É sim um <strong>tênis de performance para provas curtas</strong>, para ser revezado com outros tênis da marca.</p>
<p>Até o presente momento, esse tênis não é vendido no Brasil e a Newton tem uma política absurda de frete internacional. Portanto, a melhor alternativa é <strong>comprá-lo via web para entrega em território americano</strong>, aproveitando alguma viagem ao exterior. Não espere encontrar o Newton, sobretudo o <strong>MV2</strong>, em lojas. Mesmo em cidades como New York, você ficará frustrado.<span id="more-1326"></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Atenção:</strong></span> a Newton recomenda utilizar um<strong> número 0,5 maior para o MV2</strong>, comparando com seu número Newton regular. Entenda bem o que isso significa: meu número americano para tênis de forma geral é <strong>9,5</strong>. Meus Newtons regulares são <strong>10</strong>. E meu <strong>MV2</strong> é <strong>10,5</strong>, ou seja, 1 número maior do que os tênis tradicionais. Isso porque <strong>o MV2 é mais justo</strong>, mais &#8220;fit&#8221;. Você até pode utilizá-lo no mesmo tamanho dos seus outros Newton, mas terá um tênis apertado.</p>
<h3>Primeiras sensações</h3>
<p>Eu recebi meu <strong>MV2</strong> no final de fevereiro e aguardei o momento em que precisaria fazer alguns <strong>treinos leves</strong> para poder testá-lo. Nunca devemos utilizar um tênis novo diretamente em provas ou treinos fortes, e a Newton parece ser especialmente cuidadosa nas <strong>recomendações</strong> sobre o <strong>MV2</strong> e uma eventual dificuldade na transição.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1341" title="Tênis Newton Running MV2 - AntonioBorba" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/tenis-newton-running-mv2-01-antonioborba.jpg" alt="Tênis Newton Running MV2 - AntonioBorba" width="600" height="251" /></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Primeiro treino: 7K leve/regenerativo</strong></span>. Ainda dolorido dos meus treinos de tiro, calcei o <strong>MV2</strong> para um trote muito leve, com pace em torno de 6:00. A primeira sensação foi de &#8220;<strong>ler o solo</strong>&#8220;. Por ser mais fino e leve, esse tênis permite sentir muito mais a superfície e de cara revela que seu <strong>amortecimento é baixo</strong>, conforme esperado. Mas a minha curiosidade ainda era com relação à transição dos Newtons regulares para o &#8220;<strong>zero pitch</strong>&#8221; do <strong>MV2</strong>.</p>
<p>No <strong>plano</strong> eu achei o tênis muito fácil de ser usado. A transição não deve ser difícil para quem já está acostumado com o Newton. Eu não fiz esforço algum e já estava trotando sem maiores dificuldades com meu <strong>MV2</strong>. Em <strong>subidas</strong>, como todo Newton, ele é um facilitador, uma vez que o apoio frontal alcança facilmente o solo e impulsiona o atleta para frente. A minha grande surpresa foi nas <strong>descidas</strong>.</p>
<p>Quem utiliza Newton já deve ter percebido que, em <strong>descidas</strong>, é muito <strong>difícil usar o apoio frontal</strong>, acaba-se pisando com o <strong>pé chapado</strong> ou ligeiramente no <strong>calcanhar</strong>, o que deve ser evitado nos tênis dessa marca. Pois bem, com o <strong>MV2</strong>, a grande surpresa é que as descidas ficam <strong>muito mais fáceis</strong>. O design plano com amortecimentos frontais mais baixos permite encostá-los mais facilmente no solo, tornando as <strong>ladeiras mais anatômicas</strong>. Fiquei muito grato de perceber isso.</p>
<p>Enfim, o primeiro treino transcorreu muito bem, sem quaisquer dores de recuperação. Mas eu ainda tinha dúvida sobre o desempenho do tênis.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Segundo treino: 7K leve/médio</strong></span>. No meu segundo treino, iniciei um leve ritmado na faixa de 5:30, evoluindo até 4:50 e sentindo aos poucos a &#8220;pegada&#8221; do <strong>MV2</strong>. Mais uma vez, a adaptação foi perfeita e eu estava correndo naturalmente, já adaptado ao zero pitch.</p>
<p>Ao final do treino, puxei <strong>1K em pace 4:00</strong> para testar realmente as características de corrida desse modelo. E foi aí que o <strong>MV2</strong> se revelou: uma sensação de <strong>total integração com a pisada</strong>, por instantes parecia que eu nem estava usando um calçado no pé. É como se o tênis jogasse o atleta para frente, em uma impulsão que permite manter uma cadência constante. Não pude deixar de concordar que o <strong>MV2</strong> &#8220;<strong>inspira velocidade</strong>&#8220;, como a Newton afirma em seu web site.</p>
<h4>Dia de prova: meta 45 minutos</h4>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1345" style="margin-left: 7px;" title="Meta de 45 Minutos com o MV2 - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/meta-45-minutos-newton-running-mv2-antonioborba.jpg" alt="Meta de 45 Minutos com o MV2 - AntonioBorba.com" width="155" height="300" />Após os dois treinos iniciais, voltei a utilizar meus Newtons regulares nos dois treinos seguintes e saquei o <strong>MV2</strong> da mochila somente no dia da <strong>primeira prova de 10K</strong>. O desafio não poderia ser maior: a <strong><a href="http://magicweb.me/Run12" target="_blank">Corrida Noturna da Unimed</a></strong>, na minha opinião a mais difícil de Curitiba. Com subidas empilhadas uma após a outra, a corrida da Unimed é realizada na região do Campo Comprido e exige o máximo de cada atleta. Tempos<strong> 3 minutos maiores</strong> não são incomuns nesta prova.</p>
<p>Meus tempos de 10K em 2011 foram: <strong>46&#8217;28&#8243; na corrida do Rebouças</strong> (a prova mais rápida de Curitiba, quase totalmente plana) e <strong>48&#8217;48&#8243; na própria Unimed</strong>. Distante do meu objetivo, este ano eu estou mais leve e melhor treinado, portanto encarei a Unimed pensando em pelo menos abaixar de 48&#8242;, considerando uma possibilidade remota de alcançar minha meta para 2012, que seria chegar aos <strong>45 minutos rasos</strong>.</p>
<p>A prova aconteceu em um dia quente e ligeiramente abafado, clima que se estendeu para a noite. Com largada às 20h, calcei meu <strong>MV2</strong> e concentrei em manter um <strong>ritmo próximo a 4:30</strong>. Talvez tenha sido, até o momento, a prova em que realizei o maior esforço físico. Como uma <strong>surpresinha adicional</strong>, o trajeto mudou e incluiu <strong>mais subidas em 2012</strong>. Ignorando as dores e o desconforto, procurei tirar o máximo do meu ritmo, pisando nas subidas, aliviando nas descidas para recuperar o fôlego e impondo um sprint final na chegada que alcançou <strong>20.3 km/h</strong> no meu <a href="http://www.antonioborba.com/garmin-forerunner-610-evolucao-do-gps-para-fitness/">Garmin 610</a>.</p>
<p><strong>O resultado final: <span style="color: #000000;">45&#8217;04&#8243;</span></strong> &#8211; um supertempo para mim. Comprovou meu excelente preparo, mas também colocou o <strong>Newton MV2</strong>, definitivamente, na categoria de um supertênis para corridas. Não senti dores pós-prova, o que reforçou o fato de a mecânica estar correta.</p>
<h3>Conclusões</h3>
<p>Com o <strong>MV2</strong>, não se pode nem pensar em usar o calcanhar na pisada devido à total falta de amortecimento na região. Portanto, <strong>esse não deve ser seu primeiro tênis da Newton</strong>, jamais.</p>
<p>Para quem já usa tênis da marca, o <strong>MV2</strong> pode ser calçado sem maiores dificuldades, lembrando a recomendação de <strong>subir 0,5 número</strong> além do seu Newton habitual.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1343" title="Newton MV2 &amp; Newton Racer - Lado a Lado - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/newton-mv2-racer-lado-lado-antonioborba.jpg" alt="Newton MV2 &amp; Newton Racer - Lado a Lado - AntonioBorba.com" width="600" height="181" /></p>
<p>Finalmente, cabe observar que o <strong>MV2</strong> se mostrou <strong>muito superior</strong> aos Newton tradicionais para <strong>caminhar</strong>. Obviamente, ninguém compra um tênis de corrida para andar, mas eu já machuquei meu músculo plantar por caminhar 2Km com um Newton após uma prova. Curiosamente, o <strong>MV2</strong> se revela muito mais <strong>confortável</strong> para essa finalidade, fato que credito aos amortecimentos frontais mais baixos.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A recomendação final é</strong></span>: compre esse tênis para suas provas e mantenha seus Newtons antigos para treinamentos. Os antigos <strong>Racers</strong> da linha Newton são muito parecidos com os <strong>Trainers</strong>, e podem ser utilizados para a <strong>mesma finalidade</strong> sem maiores problemas.</p>
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		<title>Manual Prático da VIDA</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 17:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[auto ajuda]]></category>
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		<description><![CDATA[As pessoas adoram compartilhar &#8220;fórmulas&#8221; para uma vida melhor. As redes sociais vivem cheias de pequenas lições de vida com implicações morais e sociais. Frequentemente, as pessoas menos habilitadas são as que mais opinam &#8211; parecem especialistas em dar conselhos, quando a própria vida delas é uma bagunça. Quem diria que Robert Downey Jr., um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/manual-pratico-da-vida/"><img class="alignleft size-full wp-image-1319" style="margin-right: 10px; margin-bottom: 10px;" title="Manual Prático da Vida por Robert Downey Jr. - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/robert-downey-jr-manual-pratico-da-vida-antonioborba_com_.jpg" alt="Manual Prático da Vida por Robert Downey Jr. - AntonioBorba.com" width="175" height="212" /></a>As pessoas adoram compartilhar <strong>&#8220;fórmulas&#8221; para uma vida melhor</strong>. As <strong>redes sociais</strong> vivem cheias de<strong> pequenas lições de vida</strong> com implicações morais e sociais. Frequentemente, as <strong>pessoas menos habilitadas</strong> são as que mais opinam &#8211; parecem <strong>especialistas em dar conselhos</strong>, quando a própria vida delas é uma bagunça.</p>
<p>Quem diria que <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Downey_Jr." target="_blank">Robert Downey Jr.</a></strong>, um ator outrora problemático e afundado no vício do álcool e das drogas, viria a se tornar um dos atores mais bem pagos da atualidade e, ainda por cima, dar conselhos <strong>valiosos sobre a vida</strong>?</p>
<p>Pois bem, Robert deu uma entrevista para as <strong>páginas amarelas da Revista Veja</strong> do dia 18/01/12. Geralmente palco para aborrecidos discursos, dessa vez a matéria chamou minha atenção. Fiquei realmente impressionado com a <strong>capacidade de discernimento e visão de vida</strong> que esse ator demonstrou. Guardei a compreensão do assunto até que resolvi escrever este post.<span id="more-1306"></span></p>
<h3>As lições de Robert</h3>
<p>Ao contrário de pseudo-ensinamentos de auto-ajuda, o que me chamou a atenção na entrevista do ator foi justamente a <strong>ausência de conceitos &#8220;enlatados&#8221;</strong>. É muito difícil achar uma pessoa que pense por si e apresente convicções tão fortes. Acompanhe algumas frases:</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000080;"><em><strong>O sucesso não conserta nada &#8211; só seguir adiante o faz</strong></em></span>&#8221; &#8211; sabe-se ser pensamento comum entre as pessoas menos esclarecidas o falso conceito de que dinheiro ou sucesso vai resolver tudo na vida &#8211; o que não é verdade.</p>
<p>&#8220;<em><strong><span style="color: #000080;">&#8230;a tentativa de analisar ou racionalizar o sucesso &#8211; pessoal, profissional ou de qualquer outra natureza &#8211; e transformá-lo numa fórmula ocupa o tempo e o espaço que eu deveria dedicar a aproveitar esse sucesso&#8230;</span><span style="color: #000000;"> a vida é uma bagunça, e é nossa tendência natural estabelecer correlações e determinar categorias</span></strong></em>&#8220;. Talvez a parte mais profunda da entrevista. De fato, o que Robert está dizendo é que o que funciona para uma pessoa, pode não funcionar para outra. Algumas pessoas chegam ao fundo do abismo e não saem mais, outras conseguem sair &#8211; é o caso dele. Não há fórmula segura para isso. O ser humano tenta explicar, racionalizar e achar receitas para tudo &#8211; e muitos se aproveitam da fórmula que funcionou para eles com o objetivo de ganhar dinheiro em suposta presunção de que isso servirá para qualquer pessoa &#8211; uma grande mentira.</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000080;"><em><strong>&#8230;se você não quer se deparar de novo com um velho resultado catastrófico, não tome aquela velha decisão ruim</strong></em></span>&#8220;. Pode parecer óbvio que a repetição de ações erradas leva a novos fracassos. Entretanto, o mais comum é ver as pessoas agindo da mesma forma, erro após erro, sem nada aprender e sem nada mudar, acreditando cegamente que o &#8220;destino&#8221; delas está escrito ou que a vida e as pessoas &#8220;estão contra elas&#8221;.</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000080;"><em><strong>Prefiro trocar de marcha enquanto estou em vantagem</strong></em></span>&#8221; &#8211; essa foi ótima. Contrariando o velho ditado &#8220;em time que está ganhando, não se mexe&#8221; &#8211; uma anátema para o comodismo e para o fracasso, Robert prefere ditar seu caminho enquanto está em alta &#8211; essa é uma característica resguardada aos <strong>corajosos e visionários</strong>.</p>
<h4>Conclusões</h4>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1317" style="margin-left: 5px;" title="Homem de Ferro da Vida Real - Robert Downey Jr." src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/03/robert-downey-jr-homem-de-ferro-de-verdade-antonioborba_com.jpg" alt="Homem de Ferro da Vida Real - Robert Downey Jr." width="250" height="176" />Se há alguma conclusão a ser extraída do complexo mas elucidativo texto da entrevista, é que <span style="color: #000000;"><strong>na vida não há manual</strong></span>. Melhor do que se basear em <strong>ensinamentos prontos</strong> vindos de outras pessoas, é ter a <strong>percepção do que funciona ou não para <em>você</em></strong>.</p>
<p>Muitas pessoas de sucesso possuem uma grande <strong>capacidade de auto análise</strong>, <strong>instintos apurados</strong>, <strong>enorme talento</strong> ou são simplesmente <strong>muito esforçadas</strong>. Acreditar na sua capacidade e investir em conhecimento é importante. Mas de nada adianta se a pessoa não souber <strong>enxergar e aproveitar as oportunidades</strong>, muitas vezes sutis, que a vida proporciona.</p>
<p>Mas o lado bom mesmo da entrevista foi perceber que <span style="color: #000000;"><strong>há inteligência em Hollywood</strong></span>. Finalmente vi palavras realmente sábias proferidas por um astro. Agora posso admirar uma pessoa de carne e osso, que tem as características de um verdadeiro herói. É o <strong>Homem de Ferro da vida real</strong> &#8211; <strong>Robert Downey Jr</strong>.</p>
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		<title>Em Busca do Melhor Quindim do Mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[O quindim é um doce de origem portuguesa, mas somente no Brasil ganhou a receita pela qual é conhecido. A versão original não usa coco ralado &#8211; e foi o uso dessa fruta tropical que tornou a sobremesa, portanto, tipicamente brasileira. A história do &#8221;Melhor Quindim do Mundo&#8221; começou quando eu assistia, por acaso, a um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/em-busca-do-melhor-quindim-do-mundo/"><img class="alignright size-full wp-image-1288" style="margin-left: 7px;" title="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/o-melhor-quindim-do-mundo-antonioborba.jpg" alt="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" width="260" height="157" /></a>O <strong>quindim</strong> é um doce de origem portuguesa, mas somente no Brasil ganhou a receita pela qual é conhecido. A versão original não usa <strong>coco ralado &#8211; </strong>e foi o uso dessa fruta tropical que tornou a sobremesa, portanto, <strong>tipicamente brasileira</strong>.</p>
<p>A história do &#8221;<strong>Melhor Quindim do Mundo</strong>&#8221; começou quando eu assistia, por acaso, a um programa da <strong>Ana Maria Braga</strong>. Digo por acaso porque, como homem, fica chato confidenciar que assisti a um programa de culinária (rs), além do mais, fato é que eu havia chegado da academia e me arrumava para trabalhar, quando acabou o <strong>Bom Dia Brasil</strong> e iniciou &#8220;automaticamente&#8221; o <strong>Mais Você</strong> &#8211; não tive culpa!</p>
<p>Então, lá no programa da Ana Maria, apareceu a figura da <strong>Cátia Farias</strong>, contando sua fantástica história de vida e a guinada que iniciou com os quindins. Achei tudo muito interessante e, entre o café da manhã e o nó da gravata, fiquei sabendo que a Cátia fazia <em><strong>quindins de café, pistache, damasco</strong></em> e outros sabores um tanto quanto exóticos.<span id="more-1281"></span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1283" style="margin-right: 10px;" title="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/o-melhor-quindim-do-mundo-1-antonioborba.jpg" alt="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" width="321" height="400" />Fiz uma pesquisa para saber quem era essa tal de Cátia e por que motivo a Ana Maria generosamente havia adjetivado sua receita com o título que deu origem a esse post. Descobri o nome da loja &#8211; <strong>Bendito Quindim</strong> &#8211; e seu endereço, na <strong>Zona Leste de São Paulo</strong>. Estando em sampa rotineiramente a trabalho, eu não poderia deixar de aproveitar para dar um pulinho no local.</p>
<p>O primeiro cuidado que recomendo é com relação ao horário. O Bendito Quindim não é uma <strong><em>patisserie</em></strong>, ou seja, não espere atendimento ininterrupto. Seu funcionamento é na parte da tarde e se você chegar um pouco mais cedo, vai ter que ficar esperando como aconteceu comigo.</p>
<p>A localização é simpática, em frente a uma pracinha no <strong>Tatuapé</strong>. Confira o mapa:</p>
<p><iframe src="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=rua+Dem%C3%A9trio+Ribeiro,+605+-+Tatuap%C3%A9+-+S%C3%A3o+Paulo&amp;aq=&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=52.418008,72.773438&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=R.+Dem%C3%A9trio+Ribeiro,+605+-+Tatuape,+S%C3%A3o+Paulo,+03332-000,+Brasil&amp;t=m&amp;ll=-23.552422,-46.573191&amp;spn=0.010228,0.01545&amp;z=14&amp;iwloc=A&amp;output=embed" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="260" height="130"></iframe><br />
<small><a style="color: #0000ff; text-align: left;" href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=rua+Dem%C3%A9trio+Ribeiro,+605+-+Tatuap%C3%A9+-+S%C3%A3o+Paulo&amp;aq=&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=52.418008,72.773438&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=R.+Dem%C3%A9trio+Ribeiro,+605+-+Tatuape,+S%C3%A3o+Paulo,+03332-000,+Brasil&amp;t=m&amp;ll=-23.552422,-46.573191&amp;spn=0.010228,0.01545&amp;z=14&amp;iwloc=A" target="_blank">Exibir mapa ampliado</a></small></p>
<p>Não precisei aguardar muito e <strong>Lucas</strong>, um dos filhos de Cátia, logo abriu a loja. Para minha surpresa, dei de cara com o balcão montado com <strong>todos os tipos de quindins</strong>. Eram mais sabores do que eu esperava:</p>
<p><img class="size-full wp-image-1284" title="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/o-melhor-quindim-do-mundo-2-antonioborba.jpg" alt="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" width="600" height="338" /></p>
<p>Surge um dilema: <strong>manter a dieta ou experimentar todos os sabores? </strong>Acho que a foto responde tudo&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1285" title="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/o-melhor-quindim-do-mundo-3-antonioborba.jpg" alt="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" width="600" height="354" /></p>
<p>E, sim, depois de experimentar todos os <strong>13 sabores</strong>, com o índice glicêmico possivelmente nas alturas, eu posso dar o depoimento final: o quindim da Cátia é realmente o <strong>melhor que eu já experimentei</strong> e, provavelmente, o <strong>melhor quindim do mundo</strong>.</p>
<p>O mais interessante de tudo é que o doce <strong>não é enjoativo</strong>. Ao contrário de outros quindins, em que poucas colheres bastam para você não querer comer doce pelo resto do mês, a Cátia tem seus <strong>segredos</strong>&#8230; além de conseguir <strong>eliminar completamente o cheiro de ovo</strong>, ela tem uma técnica para deixar o <strong>mínimo possível de açúcar</strong> (ela me explicou, mas eu não entendi). Portanto, é o tipo da sobremesa que você <em><strong>não consegue parar de comer</strong></em>.</p>
<p>E os sabores não são nada modestos. Quando eu estive lá, pude encontrar, além do <strong>tradicional</strong>, mais doze variedades: <strong>café, amareto, pistache, morango, chocolate belga, framboesa, coco queimado</strong> (imagine um quindim com sabor acentuado de coco), <strong>damasco, abacaxi, nozes, maracujá e amarena</strong>.</p>
<p>Meus preferidos foram: <strong>chocolate belga, pistache e café</strong>. Ainda estou esperando a Cátia inventar o <strong>quindim de doce de leite</strong>, uma sugestão enfatizada durante a minha visita.</p>
<p>E, claro, eu não poderia deixar de levar alguns presentinhos para a família e alguns amigos:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1286" title="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/o-melhor-quindim-do-mundo-4-antonioborba.jpg" alt="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" width="600" height="338" /></p>
<p>O marido da Cátia, quando cheguei à loja, comentou brincando: &#8220;<em><strong>se você quiser levar algumas caixas, também pode</strong></em>&#8220;. Creio que ele não imaginava que, de fato, eu iria levar <strong>45 quindins</strong> para presente. Eis uma forma de agradar aquela pessoa especial de forma original e requintada.</p>
<p>E eu jamais poderia deixar de tirar uma foto com essa mulher tão simpática e especial, que é a Cátia Farias:</p>
<p><img class="alignnone  wp-image-1287" title="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/o-melhor-quindim-do-mundo-5-antonioborba.jpg" alt="O Melhor Quindim do Mundo - AntonioBorba.com" width="600" height="333" /></p>
<p>Enfim, recomendo a todos que moram ou visitam São Paulo que conheçam esse <strong>fantástico local</strong>. Nenhuma descrição fará justiça ao fantástico mundo de sabores do <strong>Bendito Quindim</strong>. E eu mencionei que a Cátia também faz <strong>brigadeiros maravilhosos</strong>? É, <strong>sua dieta está com os dias contados</strong> a partir do momento em que você colocar os pés dentro da loja.</p>
<p>Confira a seguir todas as dicas para localizá-los na web, nas mídias sociais e no mundo real:</p>
<p><strong>Site</strong>: <a href="http://www.benditoquindim.com.br" target="_blank">www.benditoquindim.com.br</a><br />
<strong>Facebook</strong>: <a href="http://www.facebook.com/#!/benditoquindim" target="_blank">www.facebook.com/benditoquindim</a></p>
<p><strong>Endereço</strong>: Rua Demétrio Ribeiro, 605 &#8211; Tatuapé &#8211; São Paulo &#8211; SP.<br />
<strong>Fones</strong>: (11) 3805-8430 / 3805-7381.<br />
<strong>E-mail</strong>: <a href="mailto:contato@benditoquindim.com.br">contato@benditoquindim.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Teoria Conspiratória: Facebook e o Governo Norte-Americano</title>
		<link>http://www.antonioborba.com/teoria-conspiratoria-facebook-e-o-governo-norte-americano/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e seus Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[americano]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[sociais]]></category>
		<category><![CDATA[teoria conspiratória]]></category>
		<category><![CDATA[US]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

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		<description><![CDATA[O Facebook completou 8 anos e pode valer 100 bilhões de dólares. As notícias correm na mídia, o Magic Blog publicou uma retrospectiva da história da rede social e a Revista Veja desta semana colocou Mark Zuckerberg na capa. Quando uma empresa é onipresente e assunto constante na pauta de milhões de pessoas, é natural [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/teoria-conspiratoria-facebook-e-o-governo-norte-americano/"><img class="alignleft size-full wp-image-1271" style="margin-right: 10px;" title="Teoria Conspiratória - Facebook e o Governo Norte Americano - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/teoria-conspiratoria-facebook-governo-antonioborba_com.jpg" alt="Teoria Conspiratória - Facebook e o Governo Norte Americano - AntonioBorba.com" width="259" height="180" /></a>O <strong>Facebook</strong> completou <strong>8 anos</strong> e pode valer <strong>100 bilhões de dólares</strong>. As notícias correm na mídia, o<a href="http://www.magicwebdesign.com.br/blog/facebook-uma-historia/" target="_blank"> Magic Blog publicou uma retrospectiva da história da rede social</a> e a <strong>Revista Veja</strong> desta semana colocou <strong>Mark Zuckerberg</strong> na capa.</p>
<p>Quando uma empresa é <strong>onipresente</strong> e assunto constante na pauta de milhões de pessoas, é natural que surjam os mais <strong>variados e bizarros comentários</strong>. E, apesar de eu não ser adepto de <strong>teorias conspiratórias</strong>, algumas coisas passaram a chamar minha atenção recentemente.</p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Afinal, seria o Facebook secretamente patrocinado pelo Governo Norte-Americano?<span id="more-1252"></span></span></strong></p>
<p>Tudo começou há alguns meses atrás, quando assisti ao vídeo de <strong>Max Schrems</strong>. Esse cidadão alemão havia <strong>excluído seu perfil</strong> da rede social e resolveu reativá-lo. De repente, ele percebeu que seus <strong>dados não haviam sido deletados</strong>, mas apenas desativados. Ou seja, ao contrário do que alega, o <strong>Facebook estaria armazenando os dados de seus ex-usuários</strong>. A maior prova disso é que, ao brigar e finalmente conseguir o seu banco de dados pessoal, Max acabou recebendo o equivalente a <strong>1.200 páginas</strong> sobre sua vida, incluindo mensagens deletadas.</p>
<p><strong>Confira o vídeo abaixo</strong> e entenda bem essa importante descoberta:</p>
<p><a href="http://www.antonioborba.com/teoria-conspiratoria-facebook-e-o-governo-norte-americano/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>O vídeo possui 7 minutos, mas vale cada segundo. Tenha certeza de assisti-lo, ao menos para ter uma noção melhor sobre a sua <strong>privacidade</strong> e de como <strong>dados muito delicados da sua vida íntima</strong> podem estar armazenados em servidores espalhados pelo mundo.</p>
<h3>Considerações técnicas e judiciais sobre armazenagem de dados</h3>
<p>Como Max percebeu, as mensagens por ele deletadas não saíam da rede social, mas traziam o flag &#8220;<strong>Deleted=True</strong>&#8221; no banco de dados&#8230; Ou seja, com a programação adequada, nunca serão exibidas, mas sempre estarão lá. <strong>E o Facebook tem uma razão para fazer isso</strong>. Por motivos legais, ele não pode simplesmente apagar uma mensagem, pois, em caso de demanda judicial, pode ser obrigado a <strong>revelar teores de conversas</strong> (em casos de crimes, por exemplo). Não seria prudente permitir que um criminoso apagasse qualquer rastro deixado na rede.</p>
<p>Se por um lado o Facebook tem um motivo real para não apagar dados, por outro há <strong>formas diferentes de implementar esse mecanismo</strong>. Uma ideia interessante seria fazer backups periódicos da base e limpar a base de arquivos deletados. Isso higienizaria os dados, mas exigiria muito espaço para armazenar as cópias recorrentes.</p>
<p>Obviamente, o Facebook tem um método de backup, mas dificilmente guardará informações de anos atrás, talvez por esse motivo tenha optado por manter os registros na base ativa. Portanto, a melhor recomendação ainda é:</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000000;"><strong>Cuidado com o que escreve. Na Internet, nada é apagado definitivamente.</strong></span>&#8221;</p>
<h4>Patrocínio do Governo Norte-Americano?</h4>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1273" title="Facebook: Patrocínio do Governo Norte Americano? AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/patrocinio-do-governo-norte-americano-antonioborba_com.jpg" alt="Facebook: Patrocínio do Governo Norte Americano? AntonioBorba.com" width="142" height="126" />Antes de chegar ao cerne da história, cabe lembrar o que aconteceu no mundo após os <strong>atentados de 11 de setembro de 2001</strong>, talvez a maior demonstração da força terrorista e ao mesmo tempo um grande despertar para os americanos. O Governo percebeu que simplesmente não tinha o controle sobre a <strong>comunicação entre os grupos terroristas</strong> e que a Internet, criada para permitir <strong>comunicação descentralizada em caso de guerras</strong>, estaria justamente beneficiando a comunicação entre criminosos.</p>
<p>Pouco tempo antes, o <strong>FBI</strong> já havia iniciado o polêmico e controverso <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Carnivore_(software)" target="_blank">projeto Carnivore (leia mais)</a>, destinado a monitorar a comunicação via Internet. Em 2005, o FBI trocou o Carnivore por um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/NarusInsight" target="_blank">software comercial da empresa Narus</a>, supostamente funcionando em San Francisco na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Room_641A" target="_blank">mítica sala 641A</a>. Tudo isso e muito mais foi criado com o objetivo de <strong>monitorar conversas via Internet em razão da segurança nacional</strong>, sacrificando a <strong>privacidade</strong> de milhões de pessoas.</p>
<p>Mas, se as <strong>conversas acontecem nas redes sociais</strong>, por que não ir direto na fonte? Coincidentemente, 5 anos após os atentados às Torres Gêmeas, em <strong>11 de setembro de 2006</strong>, o <strong><a href="http://www.magicwebdesign.com.br/blog/facebook-uma-historia/" target="_blank">Facebook abriu-se ao público</a></strong>. Isso me lembra uma piada que tem circulado, adivinhe por onde&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1264" title="O Facebook lhe conhece melhor que os seus familiares! AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/02/quadrinhos-mark-zuckerberg-facebook-antonioborba_com_.jpg" alt="O Facebook lhe conhece melhor que os seus familiares! AntonioBorba.com" width="550" height="175" /></p>
<p>É fato que todos os seus dados estão lá: seus amigos, suas mensagens, os lugares que você frequenta, incluindo check-ins e marcações que podem ser feitos por terceiros. Quotando Max, &#8220;<strong><span style="color: #000000;">nem KGB ou CIA já tiveram 1.200 páginas a respeito de um cidadão comum</span></strong>&#8220;.  E o melhor de tudo é que essas <strong>informações são coletadas espontaneamente</strong> &#8211; através do <strong>desejo inerente </strong>ao ser humano de <strong>compartilhar</strong> e obter seus minutos de fama.</p>
<p>De fato, o Facebook conhece você melhor do que seus amigos e familiares (tenha certeza disso). É um banco de dados fenomenal sobre a vida de uma pessoa &#8211; <strong>e um terrorista, até ser descoberto, nada mais é do que um cidadão comum</strong>.</p>
<p>Por todos esses fatos, eu não duvidaria se o <strong>Governo Norte-Americano</strong> estivesse, de fato, envolvido com o Facebook, dando um <strong>apoio direto</strong> à empresa que em breve pode ser a <strong>mais valiosa do mundo</strong>. Creio que jamais saberemos ao certo. Afinal, no mundo de hoje, <strong>nada vale mais do que a informação</strong>.</p>
<p>Caminhamos cada vez mais rumo à <strong>vigilância plena</strong> em nome da segurança e do bem-estar. Os <strong>contos de ficção</strong> do passado, incluindo <a href="http://www.antonioborba.com/voce-viveria-bem-em-um-mundo-perfeito/">Big Brother e Minority Report</a>, estão todos vindo à tona na realidade que presenciamos.</p>
<p><em><span style="color: #000080;"><strong>Salve, Facebook &#8211; ó polêmico, ó onipresente, ó onipotente. Você está em nossas mentes e tudo o que falamos a seu respeito, seja bom ou seja ruim, só reforça a sua hegemonia.</strong></span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lojas Capoani: Péssimo Atendimento e Roupas de Outlet</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 14:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Barigui]]></category>
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		<description><![CDATA[A Capoani é uma rede curitibana de lojas de roupa tidas como “de luxo”. Vende marcas famosas, tais como Boss, Versace, Ermenegildo Zegna, Ricardo Almeida, Diesel, Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, dentre outras. Eu não tenho o hábito de fazer compras regulares nessa loja, pois considero que os preços costumam ser abusivos. Na minha opinião, é muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antonioborba.com/lojas-capoani-pessimo-atendimento-e-roupas-de-outlet/"><img class="alignright size-full wp-image-1225" style="margin-right: 5px; margin-left: 5px;" title="Lojas Capoani - Péssimo Atendimento - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/01/capoani-pessimo-atendimento-antonioborba_com.jpg" alt="Lojas Capoani - Péssimo Atendimento - AntonioBorba.com" width="260" height="158" /></a>A <strong>Capoani</strong> é uma rede curitibana de lojas de roupa tidas como “de luxo”. Vende marcas famosas, tais como <strong>Boss, Versace, Ermenegildo Zegna, Ricardo Almeida, Diesel, Ralph Lauren, Tommy Hilfiger</strong>, dentre outras.</p>
<p>Eu não tenho o hábito de fazer compras regulares nessa loja, pois considero que os <strong>preços costumam ser abusivos</strong>. Na minha opinião, é muito mais vantajoso comprar roupas no exterior, aproveitando viagens de turismo ou negócios: além de mais baratas, há <strong>maior variedade</strong>.</p>
<p>Entretanto, a Capoani ainda era uma opção para aquela roupa diferenciada para uma festa, um <strong>presente mais exclusivo</strong> ou mesmo um sapato masculino de melhor qualidade, item quase impossível de ser encontrado em Curitiba. <strong>Isso antes da experiência que vou relatar abaixo</strong>.<span id="more-1217"></span></p>
<h4>Atendimento ofensivo</h4>
<p>Verdade seja dita, na loja da <strong>Coronel Dulcídio</strong>, onde já fiz algumas compras, sempre fui muito bem atendido, e até <strong>bajulado</strong>, algo que eu <strong>detesto,</strong> mas entendo que possa agradar ao público-alvo da loja.</p>
<p>Entretanto, na loja do <strong>Shopping Crystal</strong>, o oposto ocorreu. Não foi a primeira vez que percebi um atendimento de má qualidade nessa loja, mas dessa vez recebi um <strong>tratamento tão ruim</strong> que chegou a ser <strong>ofensivo e ridículo</strong>.</p>
<p>Tudo aconteceu quando resolvi trocar uma camisa polo que havia ganhado de presente de Natal. A sequência de gafes sucedeu-se conforme abaixo:</p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Golpe da promoção</strong></span>: todas as peças haviam entrado em promoção,  como é natural no mês de janeiro. Entretanto, <strong>a vendedora considerou como valor de troca o preço da promoção</strong>, sendo que o valor pago no Natal foi quase o dobro. Tive que discutir para reverter a situação, mas se eu não houvesse percebido isso, teria sido lesado.</li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ajuste negado</strong></span>: ao escolher a peça, uma polo que ainda estava mais cara do que a peça da troca, a vendedora informou que <strong>o ajuste seria por minha conta</strong>, já que eu estaria &#8220;<strong>comprando uma peça de promoção</strong>&#8220;. Ou seja, me senti um <strong>cidadão de segunda classe</strong> por estar comprando com desconto, isso que fui fazer uma troca. Esse pessoal realmente <strong>parece que faz favor em atender os clientes</strong>. Quando comprada a peça no Natal, eu teria direito ao ajuste por conta da loja. Agora, ao <strong>trocar por uma peça mais cara, perdi o direito</strong>. Faz sentido para alguém? Não tem problema, eu falei para a vendedora que <strong>não iria discutir por mesquinharia</strong> e levaria a camisa ao meu alfaiate. Se fosse em uma loja popular, eu entenderia o &#8220;<strong>alto custo</strong>&#8221; que eles teriam por encurtar uma camisa. Não em uma loja de luxo, com uma peça que custou mais de duzentos reais. Mas ok!</li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Peças de coleção antiga</strong></span>: quando a vendedora começou a discutir comigo devido ao ajuste, eu falei a ela que <strong>as peças da loja eram de 2 anos atrás</strong>, pois vários modelos eu havia visto no exterior justamente em uma viagem no ano de 2010. A primeira vez em que falei fui ignorado, já a segunda em vez que toquei no assunto, até a caixa ficou &#8220;alterada&#8221;. Ela teve a audácia de sair do seu posto e falar para mim &#8220;<strong>não sei se você sabe, mas as peças demoram dois anos e meio para chegar ao Brasil</strong>&#8220;. Oras, não sei se dou risada ou choro ao ouvir uma afirmação de tamanha burrice. Nem trazendo a roupa de bicicleta ela iria demorar tanto para chegar. Se a loja quer vender roupas velhas, é opção dela, só acho que <strong>o consumidor não está sendo avisado disso</strong>.</li>
</ol>
<p>E foi assim que, para <strong>trocar </strong>uma simples camisa polo, enfrentei uma <strong>discussão sem propósito</strong>, sendo tratado de forma chula por uma vendedora e uma caixa desqualificadas e destemperadas.</p>
<p>A loja do <strong>Park Shopping Barigui</strong> não é diferente. Tudo bem que meu sócio, o <a href="http://twitter.com/julianogusso" target="_blank">Juliano Gusso</a>, adota um estilo &#8220;meio marginal&#8221; de se vestir, pois só usa <strong>Harley-Davidson </strong>e roupas escuras de forma geral<strong>. </strong>Isso deveria denotar poder aquisitivo, mas os <strong>vendedores mauricinhos</strong> de Curitiba sempre <strong>o medem de cima a baixo</strong>. Fato é que ele entrou na loja do Barigui para comprar um terno, mas não havia sua numeração. Foi informado de que os ternos estariam na loja do Batel, deixou um cartão da <a href="http://www.magicwebdesign.com.br" target="_blank">Magic</a> e pediu para avisarem quando chegasse. <strong>Ninguém fez nada, ele foi completamente ignorado</strong>.</p>
<p>Eu também tentei comprar um terno para ele, justamente na loja do Batel (Coronel Dulcídio), onde eu relatei que fui bem atendido. Mas, mesmo lá, eu pedi algumas fotos dos Ricardo Almeida e<strong> fui ignorado também, sob uma desculpa qualquer</strong>.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Será que esse pessoal não quer vender? Ou será que temos cara de mendigo?</strong></span></p>
<h4>Peças de &#8220;outlet do outlet&#8221;</h4>
<p>Um amigo estilista já havia me perguntado &#8220;<strong>por que você compra na Capoani, quando pode comprar roupas em São Paulo? A Capoani só vende roupas de coleções passadas</strong>&#8220;. Faz sentido, é muito difícil identificar coleções passadas ao comprar ternos e camisas. Entretanto, <strong>eu consegui identificar isso nas camisas polo</strong>, fator confirmado claramente pela afirmação da caixa de que as roupas levam &#8220;dois anos e meio para chegar ao Brasil&#8221;.</p>
<p>Ocorre que em São Paulo temos o <strong>Shopping Iguatemi</strong>, o <strong>Cidade Jardim</strong> e até mesmo as lojas da <strong>Oscar Freire</strong>.  Já aqui em Curitiba, por questão de comodidade, acabamos na Capoani, onde somos enganados. Vejamos&#8230; uma camisa polo da Ralph Lauren custa de <strong>US$ 40 a US$ 95 </strong>na loja oficial, conforme o modelo. Em <strong>outlets</strong>, onde temos a defasagem de uma coleção, pagamos <strong>US$ 30 ou menos</strong>. <em><strong>Quanto custa uma peça com dois e meio de defasagem? US$ 15? Seria o &#8220;OUTLET DO OUTLET&#8221;?</strong></em></p>
<p>Pois bem, na Capoani essas peças custam entre R$ 328,00 a R$ 400,00 e quando entram em promoção, custam de R$ 199,00 a R$ 240,00, conforme o modelo. Ou seja, pagamos em torno de <strong>US$ 150 a US$ 220 fora da promoção e no mínimo US$ 120 na promoção</strong>. Mesmo considerando os impostos no Brasil, isso é um ultraje.</p>
<p><strong>Pior ainda: o consumidor não é avisado disso. Ninguém sabe, ao entrar em uma loja Capoani, que vai comprar peças ultrapassadas.</strong></p>
<p>Veja a prova. Esta é uma foto que tirei na loja esta semana:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1220" title="Polo Ralph Lauren na Loja Capoani - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/01/polo-ralph-lauren-01-antonioborba_com.jpg" alt="Polo Ralph Lauren na Loja Capoani - AntonioBorba.com" width="450" height="277" /></p>
<p>E aqui está a <strong>mesma camisa</strong>, comprada em Chicago, em uma viagem que fiz em 2010. Veja ela no meio de outras, algumas das quais <strong>também estão disponíveis na loja</strong>:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1222 alignnone" title="Compras Chicago 2010 - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/01/compras-chicago-usa-antonioborba_com1.jpg" alt="Compras Chicago 2010 - AntonioBorba.com" width="450" height="285" /></p>
<p><strong>Ou, mais precisamente</strong>:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1223" title="Ralph Lauren em 2010 - AntonioBorba.com" src="http://www.antonioborba.com/wp-content/uploads/2012/01/a-tal-da-ralph-lauren-antonioborba_com.jpg" alt="Ralph Lauren em 2010 - AntonioBorba.com" width="450" height="269" /></p>
<h4>Implorando para reclamar</h4>
<p>Sejamos justos. Quando fui mal atendido, <strong>minha primeira atitude foi procurar a vendedora que me atende</strong> na loja do Batel e relatar o ocorrido. Falei para ela que gostaria de conversar com um gerente responsável, ela passou para a gerente da loja do Batel, que não tinha relação alguma com a loja do Crystal, mas me informou o telefone do <strong>escritório central</strong>.</p>
<p>No mesmo dia, eu liguei para o <strong>escritório central</strong>, expliquei o ocorrido e pedi para falar com um responsável. Fui informado de que essa pessoa seria a <strong>Valéria</strong>, mas ela não estava disponível. Falei que ligaria depois.</p>
<p><strong>No dia seguinte, liguei novamente</strong>. A Valéria ainda não estava. Deixei meu nome e telefone, expliquei que era sobre uma reclamação e pedi que me ligasse. Nada.</p>
<p><strong>Dois dias depois, liguei mais uma vez</strong>. Novamente, a Valéria não estava. Deixei nome, telefone, repeti o problema e não recebi <strong>nenhum retorno</strong>.</p>
<p><span style="color: #000000;"><em><strong>Agora, me pergunto: que tipo de loja é essa que simplesmente não aceita reclamações de clientes</strong><strong>?</strong></em></span> A minha vendedora costuma passar <strong>SMS de Natal e Ano Novo</strong>, invadindo meus <strong>feriados mais íntimos</strong> para desejar Boas Festas e<em><strong> avisar de alguma promoção (there&#8217;s no free lunch)</strong></em>. Entretanto, ignorou completamente minha reclamação. Passou a bola adiante e não se preocupou em nenhum instante sobre qual seria minha reação. E claro que nunca mais vou por os pés lá.</p>
<p>A gerente da loja do Batel, por sua vez, teve a<strong> mesma atitude da vendedora</strong>. Dá para entender um pouco melhor qual a é <strong>filosofia</strong> deles. Agora, <strong>no escritório central ignorarem completamente minha tentativa de relatar o problema</strong>, aí foi demais. <strong>Um cliente que reclama e relata um problema ainda é um cliente que pode ser conquistado</strong>. E dá um feedback importantíssimo para o empresário. Mas pessoas despreparadas ignoram isso.</p>
<p>Creio que o meu amigo tem razão. <strong>Comprar em São Paulo é muito melhor</strong>, mais fácil e sou sempre muito bem atendido.</p>
<p>Enfim, Capoani, não querem aceitar minha reclamação, não vou implorar mais. Perdi duas horas escrevendo este post. Agora <strong>engulam essa</strong>.</p>
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