A cena certamente você já conhece. Voos domésticos, rotas insignificantes, e lá vem, para cada mensagem anunciada em português, a infame “versão em inglês” das comissárias (ou comissários) de bordo.
Frequentemente, o sotaque pronunciado de quem não é familiarizado com o idioma carrega estas versões macarrônicas com temperos regionais e adaptações que as tornam virtualmente incompreensÃveis (e muito irritantes). É muito mais que falta de fluência. O mero fato de ouvir essas versões costuma, eventualmente, ser ofensivo a ponto de evocar sentimentos suicidas (e “vergonha alheia” também).
É muito óbvio que a pessoa não precisa ter um inglês perfeito e irretocável para trabalhar em uma companhia aérea. Porém, eu sempre penso que quando realizamos um serviço como parte de nossa rotina, podemos ao menos tentar fazê-lo benfeito. Não é preciso muito esforço para conseguir isso. O inglês é tão fundamental, falado em filmes, músicas, sites da Internet, que é quase impensável a vida sem um conhecimento básico do idioma.
Portanto, compartilho com vocês a minha indignação através de uma classificação desses exÃmios profissionais, que podem se enquadrar em uma ou mais categorias. Você reconhece alguma? (mais…)